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Corte curtinho de Zileide Silva


Quem tem o hábito de acompanhar os telejornais brasileiros sabe que Zileide Silva é uma das poucas mulheres negras, jornalistas, que aparecem ao ar mostrando sua competência e talento para aquilo que faz.

 Atualmente Zileide está substituindo a jornalista Christiane Pelajo na âncora de um telejornal e, de quebra, aproveitou para modernizar seu atual penteado.


No corte anterior, Zileide optava por um curto-médio arredondado.


No atual corte Zileide optou por um estilo mais curto, porém estiloso e com direito a um topete.

Cortes de cabelo como este valorizam  os nossos fios e dão um toque mais chic, prático e charmoso.

Além da praticidade, um visual novo e moderno contribuem para elevação da nossa auto estima e confiança em nós mesmos.

 Já experimentou fazer seu curte curtinho?

Beijos e até o próximo post.


Bate Papo sobre Cabelos: Relaxamentos, Hidróxidos, Guanidinha, Tioglicolato, Tonalizantes, compatibilidades


Hoje o bate-papo é sobre cabelos e trago uma pequena orientação/esclarecimento sobre princípios ativos existentes em químicas transformadoras.
Acho importante sempre esclarecer este assunto, porque embora haja  muitas possibilidades em produtos, com promessas de resultados incríveis, há pouco esclarecimento sobre seu uso, ações, reações e resultados que variam de acordo com a estrutura natural do cabelo e a situação em que eles se encontram.

Meu objetivo neste post é tentar democratizar o acesso destas informações tão importantes, que ficam sempre nas mãos dos profissionais e poucos nos esclarecem sobre isto, para que tenhamos de fato, liberdade de escolha na decisão por este/aquele/nenhum produtos ou serviços com estes princípios ativos presentes nas químicas transformadoras.

Em geral, a linha segue um pouco este raciocínio.

Cabelos relaxados com HIDRÓXIDOS são compatíveis entre si (sódio, cálcio, lítio e guanidina), mas de acordo com a estrutura natural e situação dos fios, pode apresentar resultados diferentes.

Hidróxidos NÃO SÃO COMPATÍVEIS com permanentes afros e americanos, pois seu princípio ativo é o tioglicolato de amônia e vice-versa. Quem desejar mudar de um para o outro, o adequado para não ter quebra/queda dos fios, é aguardar, NO MÍNIMO UNS 6 MESES, ir cortando o comprimento e fazer a aplicação.

Tinturas com amônia NÃO SÃO COMPATÍVEIS com hidróxidos. Amônia e hidróxidos não se comunicam, mas "se dão" com tioglicolato.

Cabelos relaxados com hidróxidos, guanidinas e tioglicolato devem fazer uso de TONALIZANTES, isto é, coloração suave/temporária SEM amônia, pois agride menos os fios.

Quer saber/entender um pouco mais deste assunto? Confiram o vídeo que fiz para vocês:


         

E aí gostaram? Tem dúvidas? Se desejarem, me envie um email crilourah@gmail.com ou mande sua pergunta no box de comentários abaixo que assim que puder respondo.

 Espero ter ajudado.

 Beijos e até o próximo post.

Novos batons liquidos matte da Dailus: Sapatilla e Jetés


É muito bacana quando uma empresa brasileira acerta o passo em suas criações e estas vêem de encontro com nossos gostos e bolsos. Por isso, há anos eu uso e amo a Dailus.

Tenho diversos produtos e um dos meus preferidos são os batons líquidos matte. Ele são ótimos porque tem são bem sequinhos, tem cores e tons lindos, com boa durabilidade e que não perdem em nada para os batons importados.

A linha de batons liquido com acabamento matte fez tanto sucesso que eles estão na segunda edição. As duas edições são inspiradas no mundo do ballet clássico e tem nomes que remetem a estes símbolos.

A nova coleção está a vendas no site E-Puella e foi por lá que encomendei estes batons maravilhosos: Jetés e Sapatilla.

Jetés é um batom liquido em cor marrom, com tom super profundo. Com uma cor e tom bem democrático fica super lindo em mulhes de pele clara, assim como em nós com pele mais pigmentada. Já o Sapatilla é uma cor realmente incrível. É uma mistura de roxo, rosa e vermelho que nos lembra, de cara, a cor bapho que a beterraba tem.

Trouxe algumas fotos para vocês conhecerem um pouco mais deles.


Estas são as embalagens com os batons liquidos matte da Dailus Pro cores Jetés e Sapatilla. Cada um custou R$ 17,90 + o frete.



Na boa, pessoal. Palavras não definem a beleza que eles são realmente.

Em breve posto para vocês o resultado deles nos lábios. Vale muito a pena.

 Espero que vocês tenham gostado. Beijos e até o próximo post.

Dicas de Pincéis NACIONAIS e BARATINHOS


Sabemos que maquiagem é vida. Se você ainda não se acostumou, vá aos poucos. Hoje com um batom, amanhã com um brilhinho, depois corrigindo a sobrancelha e quando você vê já está toda produzida na make. Se jogue sem medo.

 Para te ajudar neste momento, separei os meus pincéis de maquiagem preferidos. Tenho de tudo um pouco: Macrilan, Pro Art, Vult, Sephora, Marco Boni entre outros.

Quer vê-los? Confira o vídeo que fiz para vocês:

           

O show é que hoje temos marcas nacionais que estão vendendo pincéis de ótima qualidade  com preços bem pequenos, entre elas a Macrilan.

 Espero que vocês tenham gostado.

 Beijos e até o próximo post

08 Dicas CASEIRAS para DEFINIR seus CACHOS


A onda dos nossos crespos e cacheados chegou para ficar mesmo. Hoje, com o avanço dos produtos e técnicas para modelar e definir os fios, ainda é possível apelar para produtos baratos e com resultados surpreendentes que você tem em casa.

Para você que é adepta das ondas naturais ou precisa dar uma suavizada com o uso da química e/ou com uso de produtos muito pesados. Siga estas dicas e confira:


A hidratação tem dois sentidos: o ato de tratar os nossos fios e também o ato de tratar repondo água ao mesmo. Neste caso, para você que segue a linha do cronograma capilar, fica a dica com produtos que você tem em casa que você pode fazer isso.

A babosa, também conhecida como Aleo Vera é uma planta medicinal e seu uso pode ser adequado ao tratamento dos cabelos crespos e cacheados. Seu "gel", no interior da planta, é um excelente hidratante natural, munido com vitaminas e um poder de fixação maravilhoso.
É facilmente encontrado em nossos quintais ou nas feiras livres.





A mistura do sumo de cenoura e beterraba na quantidade de creme para hidratação que for usar no momento ou até mesmo pura nos fios é excelente e poderosa hidratação. Além de repor água aos fios, repõem nutrientes importantes como a vitamina A, ajudando na regeneração dos cachos e estimulando o crescimento.


A linhaça é uma sement
e é uma semente que além de ser ultra benéfica ao corpo, quando adicionada a dieta, pois previne problemas cardíacos pois contribui para o bom colesterol em nosso organismo.
Nos cachos, ela é magnífica e pode ser usada como hidratante ou como gel finalizador.
Ela permite uma super hidratação aos fios e, como gel finalizador, ajuda na definição/modelagem dos fios, permitindo um bom day after.




O iogurte é um alimento derivado do leite, riquíssimo em cálcio e sais minerais que facilita muito o metabolismo do nosso organismo.
Nos cabelos é um importante tratamento, pois ajuda na hidratação, contribui na definição dos cachos e repõem, além da água, outros importantes ativos como proteínas.
É um potente tratamento se adicionado mel e cenoura e aplicar nos fios.





A nutrição é uma fase importantíssima para quem tem cabelos crespos e cacheados que, naturalmente são secos. O motivo é porque a oleosidade concentrada em nosso couro cabeludo não é suficiente para atender também ao nosso comprimento. Por isso a nutrição, que tem a proposta de repor óleos/ácidos graxos, mantém o brilho, a hidratação, tira o ressecamento, previne e preserva os nossos fios.

Esta combinação é maravilhosa, gente! Se seus cabelos estão ressecados, porosos, quebradiços e sem vida, pegue meio abacate, acrescente mel e azeite bata-os em um liquidificador.
Aplique nos cachos e deixe agir em torno de meia hora. Enxague até que fiquem bem limpos e aplique o creme de pentear de preferência.
Seus cachos ficarão simplesmente brilhantes, hidratados, com vidas e muito mais modelados e ou definidos.


Assim como a dica acima, a mistura da banana com o mel também é uma excelente hidratação para cabelos que estejam sem vida, ressecados e opacos.
O único incoveniente é uma farinha esbranquiçada que a banana deixa nos fios. Tirando isso o resultado é brilho, definição, hidratação e fios sem ressecamento.

Do tempo da vovó e meio indigesto o seu preparo, a nutrição com óleo de tutano é maravilhosa. Ela é extraída do córtex do osso bovino, cozida e esta parte é retirada e deve ser conservada em geladeira.
Para seu preparo é simples: basta adicionar em uma frigideira que seu óleo vai aparecendo... O óleo é rico em queratina e ácidos graxos. Nutre e hidrata profundamente os fios, principalmente para você que relaxou, descoloriu, pintou e agora os fios estão ressecados, quebrados, elásticos e sem vida.





Sabe aquele creme para hidratação sem graça? Dê um tapa nele, acrescentando duas colheres de chá, na quantidade de creme que for usar no momento para hidratar e mande nos cachos. Vocês verão fios muito mais hidratados, com brilho, macios e cheirosos. Como o óleo de coco está bem caro, o leite de coco é um bom substituto pois além do óleo (gordura) ele também tem as proteínas do leite, que ajuda na revitalização dos fios.

E aí gostaram? Em breve mais dicas para vocês cuidarem dos cachos em casa.

 Beijos e até o próximo post.

TAG: A Leitora Quer Saber


E aí, pessoal! Tudo bem? Na condição de quem escreve em um blog semanalmente e também cria videos para vocês, achei importante responder esta TAG: A leitora quer saber.

 Ela é importante porque responde a perguntas básicas como o tipo de câmera que uso, quem me ajuda, se tenho suporte e mesmo minha opinião sobre o comportamento de leitoras e outras colegas.

 Quem desejar, poderá assistir na íntegra a respostas de algumas perguntas que vocês costumam me fazer:

        


Ao todo são 13 perguntas e elas estão disponíveis aqui:

1 – Qual câmera/lente você usa?
2 – Qual programa você usa para editar fotos?
3 – Qual programa você usa para editar vídeos?
4 – Quem tira suas fotos?
5 – Você ganha dinheiro com o blog? Como?
6 – Qual cor de tinta você usa no cabelo?
7 – Quem fez seu blog?
8 – No que você trabalha além do blog? Qual sua profissão?
9 – Ostentação e riqueza influênciam no sucesso de um blog?
10 – Sua família ou amigos entendem o que é ser blogueira(o)?
11- O que você faz com as makes/produtos que ganha?
12- Como conseguir parcerias? Já teve problemas com alguma empresa?
13- Qual blogueira você quer ver respondendo essa tag?

Quem tem blog/vlog e desejar responder, fique a vontade.

Beijos e até o próximo post.

Empoderamento afetivo da mulher negra: Sobrevivendo apesar da falta de amor:


Pessoal, o assunto hoje é tão importante quanto as pautas de beleza, pois fala da beleza interior de cada uma de nós. Dos sentimentos e sensações que em algum ou em muitos momentos acabamos experimentando.

Este texto é de autoria de Dulci Lima, do coletivo Blogueiras Negras à qual participo do grupo no Facebook. É um coletivo de mulheres negras onde pensamos, discutimos, aprendemos, refletimos, tomamos consciência e ações sobre diversas questões que versam sobre a mulher negra na sociedade brasileira, entre elas o racismo, machismo, exclusão social, violência entre outros.

O texto é belíssimo e Dulci traduz este sentimento e sensação em prosa e verso de forma mais rica e generosa possível.


“Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor. Essa é uma de nossas verdades privadas que raramente é discutida em público. Essa realidade é tão dolorosa que as mulheres negras raramente falam abertamente sobre isso.”
bell hooks
A frase no início do texto é da escritora negra norte-americana bell hooks e embora se refira ao contexto daquele país se aplica perfeitamente a realidade das mulheres negras brasileiras. De acordo com o Censo 2010, 52,89% das mulheres solteiras no Brasil são negras. O mesmo Censo aponta que as mulheres negras são as que menos se casam e as mais propensas ao “celibato definitivo” (FREITAS, 2014).
O fenômeno já rendeu estudos como os de Ana Claudia Pacheco (“Branca para casar, mulata para f…, negra para trabalhar”: escolhas afetivas e significados de solidão entre mulheres negras em Salvador, Bahia) e Claudete Alves (Virou regra?). Frutos de entrevistas e observações, os estudos aprofundam o que o Censo 2010 aponta através da pesquisa quantitativa: mulheres negras tem menos possibilidades no mercado afetivo.
A mulher negra enfrenta a solidão independente do extrato social. Não se trata de uma exceção, é a regra, um sintoma histórico que indica um comportamento real, as mulheres negras não têm (em sua grande maioria) a experiência do amor (FREITAS apud ALVES, 2010).
O tema é assunto recorrente nos círculos de mulheres negras, desde as rodas de conversa informais entre amigas até entre as feministas negras. Por aqui já foi discutido em textos como o de Mabia Barros, Síndrome de Cirilo e a solidão da mulher negra, que trata a questão a partir da aparente “preferência” dos homens negros pelas mulheres brancas. Ana Claudia Pacheco (2008) afirma que essa situação é recorrente mesmo entre ativistas dos movimentos negros. A aparente “preferência” dos homens negros pelas mulheres brancas estaria relacionada à ideia de que um relacionamento nesses moldes proporcionaria um esmaecimento das fronteiras raciais e, portanto, maior mobilidade social.
A afetividade da mulher negra também foi abordada recentemente no espetáculo Engravidei, pari cavalos e aprendi a voar sem asas da Cia. teatral Os Crespos – texto de Cidinha da Silva. O drama é resultado de uma pesquisa realizada com 55 mulheres negras provenientes de camadas sociais distintas, graus de instrução e atividades profissionais variadas que foram solicitadas a falar a partir de suas experiências pessoais sobre temas como sexo, relacionamentos afetivos, violência etc. Segundo o co-diretor do espetáculo, a afetividade da população negra deve ser tratada como uma questão de saúde emocional:
A arte tem como dever do presente inserir temáticas caras à nossa sociabilidade negra e pensar que nossa saúde emocional é tão importante quanto todas as outras inserções (Sidney Santiago – Cia. Os Crespos In: FREITAS, 2014).
As mulheres negras são ainda as mais prejudicadas em outros segmentos como aponta o Dossiê Mulheres Negras: retrato das condições de vida das mulheres negras no Brasil (2013) desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA. O racismo e sexismo a que estão submetidas perpetuam desigualdades e criam barreiras no acesso a direitos e oportunidades.
Segundo o Dossiê, em 2009 as mulheres negras correspondiam a aproximadamente um quarto da população brasileira, portanto, quase 50 milhões de mulheres. De acordo com a pesquisa, as desigualdades entre brancos e negros no acesso ao ensino superior, oportunidades no mercado de trabalho e outros vem se mantendo. Apesar do aumento no número de negros e negras no ensino superior (proporcionado por políticas públicas), a pesquisa demonstra que os cursos a que essa população vem tendo acesso são os de menor prestígio e que alcançam menor remuneração no mercado de trabalho. Mas, a maior parcela da população negra feminina economicamente ativa segue ocupando postos no serviço doméstico. A pesquisa do IPEA confirma a manutenção das mulheres negras na última posição do ranking salarial (1. Homens brancos; 2. Mulheres brancas; 3. Homens negros; 4. Mulheres negras).
Muitos dos estudos apresentados informam que, além de haver um diferencial de raça e gênero, a combinação destes atributos leva a uma considerável desvantagem deste grupo no que diz respeito à sua forma de inserção no mercado de trabalho e, principalmente, às disparidades de rendimentos.
As mulheres negras são ainda, segundo a pesquisa IPEA, as mais vitimizadas pela violência doméstica. Jackeline Romio (2013) ao analisar os dados sobre violência contra a mulher negra destaca como aspectos que impulsionam as agressões contra essas mulheres a “exploração da sua imagem pela mídia nacional como objetos sexuais, [...]; propagandas em que são vistas como produto sexual e nacional a ser consumido [...] – imagem da mulata e o carnaval [...]”.
Todos os dados apresentados anteriormente demonstram a situação de vulnerabilidade a que estão submetidas as mulheres negras no Brasil. O binômio sexismo e racismo (poderíamos acrescentar ainda o critério de classe) enraizados na sociedade brasileira se materializam em obstáculos que tornam o cotidiano dessas mulheres um verdadeiro campo de batalha. A maior parte dos estudos sobre mulheres negras se debruçam sobre os aspectos materiais de suas vidas e pouco aludem ao universo subjetivo, ao sensível. Os estudos e discussões sobre a saúde da população negra e da mulher negra particularmente tratam das questões do corpo, mas não se ocupam de analisar a saúde emocional dessa população (são raros os estudos acerca da relação entre racismo e adoecimento emocional da população negra).
Para uns, falar de amor tornou-se piegas; para outros, pensar e falar sobre afetividade e experiência do amor dentro do segmento afrofeminino ganha conotação “rancorosa” e vitimizada. Contudo, são anos de silêncio, submissão e incompreensão das relações. “Quanto mais quebramos o silêncio, mais vamos nos empoderando e mudando o que está posto historicamente”, afirma Flavia Rosa (FREITAS, 2014).
O tema afetividade não alude apenas às relações conjugais, mas também às relações familiares e os laços de amizade. Todos esses aspectos carecem de estudos no que concerne à população negra. A abordagem da afetividade seja através de ações e práticas sócio-culturais ou educacionais é fundamental no processo de empoderamento e fortalecimento da auto-estima das mulheres negras.
À medida que essa mulher se empodera e encontra histórias iguais à dela, a solidão perde a conotação de dor e passa a ser sinônimo de liberdade, ou, [...], um ato politico e curativo. “O corpo ressignifica esse processo com a autoestima. A corporalidade pode ser revista e traz uma reconstrução da autoimagem. São mulheres que têm algo em comum, mas não são todas iguais”, explica Ana Claudia Lemos Pacheco. “A saída é um empoderamento da mulher negra, lembremos que somos nós que educamos esses homens e que alguns estereótipos precisam deixar de ser reafirmados por nós, mulheres negras. É a nossa verdade, quando a mulher negra fala, incomoda e gera o inconformismo”, reitera Claudete Alves (FREITAS, 2014).
Os espaços de encontro, discussão e expressão das experiências afetivas das mulheres negras ainda são restritos. Iniciativas como a das Blogueiras Negras são fundamentais para alargar esses espaços e propiciar às mulheres a possibilidade de trabalhar suas questões afetivas e cuidar de sua saúde emocional através do encontro, compartilhamento de experiências e da sororidade.
Beijos e até o próximo post.