As eleições 2018: o que nós (pretxs e pardos) temos a ver com isso?



Olá, pessoal! Tudo bem? No post de hoje precisamos falar sobre política. Precisamos falar sobre eleições. Sei que é um assunto que muitos de nós não entendemos e até torcemos a cara, uma vez que falar sobre política é remontar a corrupção, a boa vida que muitos políticos levam em detrimento a vida de vulnerabilidades que muitas pessoas vivem.
Precisamos ter em mente que a política é que dá rumo socioeconômico a nossa vida e cidadania. Em outras palavras, a escolha de nossos representantes implica em termos emprego, trabalho, renda, segurança, saúde, educação e outros direitos assegurados em lei.

Nesta edição no Brasil, teremos eleições para Presidência da República, Governador, Senador e Deputado Estadual. Você já escolheu seus representantes? A pergunta parece boba, pessoal, mas precisa ser reflexiva. Os rumos de um lugar melhor, estado melhor e país melhor estará em nossas mãos. Por isso é preciso analisar os candidatos, entender suas histórias de vida, sua vida na política, seus feitos e se seus discursos condizem com suas práticas no passado e no presente.

 A política é benéfica, mas também perigosa, pois permite colocar nestes espaços pessoas altamente eficazes e outras ineficazes. Pessoas que tem propostas boas e coerentes e outras não. Nesta versão, o discurso que tem ganhado as mentes e corações de muitos incaltos diz respeito ao discurso de ódio, de violência, de total contradição que o Estado de Direito e Bem Estar preza em sua Constituição.

Eleger alguém que tem como premissa a "Lei de Talião" é voltar à bárbarie e extinguir com morte à instrumento de fogo, elementos que são sempre suspeitos que em maioria são pretos e pardos. Em outras palavras, independente da raça-cor todo tipo de crime, seja a mão armada ou do "colarinho" precisam ser combatidas com políticas de segurança sérias, uma vez que segurança pública é uma vida de duas mãos: de um lado o autor do delito/crime do outro a vítima que somos nós.

Por isso, lembrem-se que precisamos escolher representantes sérios, implicados em governar para todos e não para uma maioria privilegiada. Que estejam focados em saúde, educação, nos rumos da economia do país. Que esteja dialogando com as diferenças para que possamos crescer como seres políticos. Que saúde de qualidade, educação exemplar, postos inovadores de trabalho sejam disponibilizados para a população ser inserida.

Precisamos de iniciativas deste porte e exigir que elas aconteçam.

No mais, não nos deixemos corromper com falsas promessas e nem com discursos inflamados de salvação da pátria.

É isso.

Beijos e até o próximo post.


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