Mitos de Vida de Blogueira: Para quê ter um blog/vlog? Riqueza? Ostentação?


Olá, pessoal! Tudo bem? No post de hoje trago um pouco de uma série com vídeos que falo sobre Mitos de Vida de Blogueira. Pensei neste vídeo inspirado em algumas colegas que produziram material semelhante, mas com outras perspectiva. No meu caso, é tentar falar um pouco da minha experiência, como alguém que escreve num blog e produz vídeos há cincos, sem considerar-se como um caso de sucesso, mas que tenho olhares, observações e experiências que talvez sirvam de exemplos, referências ou parâmetros para você que deseja entrar neste universo.

Há tempos a internet tem sido um território democrático, isto é, onde todos e qualquer pessoa pode criar seu blog, site, página, canal e outros, mas mantê-los e manter-se dele ainda é para poucos. Em tempos de crise, onde a empregabilidade cada dia reduz-se mais e numa perspectiva para minoria onde os ganhos são elevados, isso enchem os olhos de muitas pessoas que, achando criar uma rede social, poderão ter o mesmo caso de sucesso que muitas pessoas de referência.

Na época em que comecei, fevereiro  de 2010 o blog e junho de 2010 o canal, não havia esta relação de ganhos que o Google proporciona para o criador de conteúdos. Hoje estas atividades são monetizadas, em um valor bem injusto, na minha opinião, mas que levam muitos produtores à faturarem milhas em final do mês.

Mas, como a realidade não é igual para todas, fica a pergunta pra você: COM QUAIS INTENÇÕES VOCÊ PENSA EM CRIAR UM BLOG/CANAL? Desejo de compartilhar, satisfação, realizar inúmeras parcerias com empresas e faturar muito? Pode ser que sim, mas digo que nem sempre o caminho é tão fácil assim.

No meu caso, já caminho há cinco anos com uma perspectiva de compartilhar o pouco que sei, em matéria de cuidados com cabelos crespos, beleza negra e outras. Meu objetivo naquela época e até hoje é quebrar a hegemonia do conhecimento industrial para que possamos construir nossa autonomia como pessoas, clientes e consumidoras, aprender a exigir e dialogar de igual pra igual e claro tentar mudar o cenário de inclusão e visibilidade do negro nestes espaços que, comparando aos já existentes ainda são mínimos.

Para estas e outras reflexões, criei um vídeo para que possamos trocar informações e experiências:

            

Espero que tenham gostado.

 Beijos e até o próximo post.

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