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Dicas para mamães de todas as viagens


Olá, pessoal! Tudo bem? No post de hoje o assunto é maternidade e uma dica valiosa para mamãe de todas as viagens. Hoje estou me apropriando de leituras, escutas, relatos e experiências com mulheres e a maternidade de um modo geral e cada dia mais me surpreendo. Não apenas como profissional de saúde, mas como ser humano e claro como mamãe também, já que estou com 23 semanas de gestação de um menino.

Posso dizer que, para uma gravidez planejada e desejada, seja por ambos ou por um só, é o momento mais sublime da vida de uma mulher. É incrível como Deus nos concedeu um grande dom e graça de gerar dentro do nosso próprio corpo outro ser humano. É maravilhoso pensar que o ser humano habita dentro de outro humano: no homem, espermatozóide e na mulher, o óvulo que juntos gerarão um ser humano. É emocionante!

Como profissional de saúde ouço muitos relatos de mulheres que, por diversos motivos, acabam durante os seis meses abandonando o ato de amamentar e oferecendo outros alimentos a criança. Uma das respostas mais comuns em seu ouvir é que o "leite é fraco" e por isso precisa complementar. Para conhecimento de todxs, não há leite fraco e sim limites no corpinho do nosso bebê em absorver o leite materno. Entenda por quê:


Os nossos bebês, assim como nós adultos e adolescentes (sim, pois muitas mulheres geram bebês antes dos 18 anos) tem limite na capacidade de absorção, conforme demontra na imagem. Por isso é que o bebê mama um pouco e logo depois quer um pouco mais. O processo de digestão dele é diferente e limitado. Assim como a capacidade de absorção, outro dado importante é compreender que ele, antes dos seis meses, não tem as enzimas digestivas, que são substâncias orgânicas e proteícas, para digerir alimentos mais pesados naquele momento. Então, o risco de oferecer alimentos antes do tempo, podem levar crianças à adoecerem e até morrerem. Portanto, todo cuidado é pouco e não façam nada sem antes de ter uma avaliação e diagnóstico criteriosos do enfermeiro ou do médico.

Estou aprendendo que a gestação é um momento único, oportuno, rico e feliz de conhecermos a nós mesmas e também conhecermos esta pessoa que chegará ao mundo e que será nosso como vínculo de amor, afeto, compromisso e responsabilidade para o resto da vida. Assim como desejamos respeito, vamos respeitar seus limites. Eles estão sob nossos cuidados, mas não não nossa propriedade. Fazer ou não fazer algo em benefício do bem estar da criança, pode ser compreendido pelas autoridades judiciais como ato de negligência e omissão e isso induz à retirada dos pequeninos de nós.

 Espero ter ajudado. Beijos e até o próximo post.