Joaquim Barbosa: exemplo de vida e de conquista

Olá, pessoal! Tudo bem? Tô sumida, mas estou por perto. O post hoje é para falar sobre um outro lado da beleza que poucos de nós enxergamos: a beleza da superação.

Esta semana estive pelo Facebook e uma colocação me chamou atenção: o fato de Joaquim Barbosa ter conquistado a presidência do Superior Tribunal Federal.

Vocês devem me perguntar: "O que tem uma coisa a ver com outra? ou O que eu tenho a ver com isso?

A gente começa se ver como ser e pessoa, quando a gente se vê como pessoa e ser capaz de superar barreiras, encarar os desafios e conquistar lugares que jamais pensamos em conquistar.

 Hoje, gostaria de compartilhar, a história de vida e de beleza deste homem que, na minha opinião, tem uma história de vida incrível e que venceu. Isso serviu para mim como um gás e acredito que será um gás na vida de muitos de vocês leitores que, certamente tem dias (assim como eu) que nem dá vontade de olhar-se no espelho:


Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram. Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.

Prestou concurso público para procurador da República, e foi aprovado. Licenciou-se do cargo e foi estudar na França, por quatro anos, tendo obtido seu mestrado em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1990 e seu doutorado em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1993.

Retornou ao cargo de procurador no Rio de Janeiro e professor concursado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi visiting scholar no Human Rights Institute da faculdade de direito da Universidade Columbia em Nova York (1999 a 2000) e na Universidade daCalifórnia Los Angeles School of Law (2002 a 2003). Fez estudos complementares de idiomas estrangeiros no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha. É fluente em francês, inglês, alemão e espanhol. Toca piano e violino desde os 16 anos de idade.

Embora se diga que ele é o primeiro negro a ser ministro do STF, ele foi, na verdade, o terceiro, sendo precedido por Hermenegildo de Barros (de 1919 a 1937) e Pedro Lessa (de 1907 a 1921) - Precisamos de quase 100 anos para ter um ministro negro presidindo o STF.

O que tem a história deste homem a ver com a gente? Um incentivo à auto estima. Se estamos bem coma  gente mesmo, conseguimos estar bem com os outros, olhar pouco para as dificuldade e prosseguirmos rumo aos nossos objetivos. Ele com certeza tinha um objetivo antes e conquistou e certamente tem outros. Eu tenho os meus e, graças a Deus, devagar estou chegando onde preciso. E você? O que tem feito em prol dos seus sonhos, metas e objetivos?

Certamente que, não foram as ações afirmativas por modalidade por cotas que levaram ele onde chegou ( é o questionamento de muitos, embora seja eu plenamente a favor delas) mas foi a força de vontade, garra, determinação e claro, OPORTUNIDADE. Quais delas tem batido à sua porta e você não tem condições para abrí-las?

Então, nega, pare de se lamentar e siga à diante, por mais que tudo ao seu em torno esteja lhe dizendo "não". Olhe para você, olhe para Deus e prossiga.

 No mais, é isso. Beijos e até o próximo post.

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8 comentários:

  1. Também conhecia a história dele... me faz parar de pensar de que está sendo difícil fazer a faculdade a distancia e sozinha. Mas, lendo essa história penso "Eu posso, eu quero, eu consigo". Graça e paz amada!

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  2. lindo post, fer.bjs da Aline Jansen

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  3. NEGRO E O PODER!TEMOS CAPACIDADE DE IR ALEM,VIVA JOAQUIM,O AMOR E A FORçA!!!MUITAS CONQUISTAS.

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  4. Marcella,

    Nada é tão difícil se tirvermos fé e força de vontade, junto à determinação de correr na frente e vencer. Olhe para frente e vencerás.

    Beijos

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  5. Aline,

    Obrigada, querida. É apenas uma pequena reflexão. Beijos

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