Rio de Janeiro: Cidade Partida pela Violência Urbana.

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Éh, meninas! Lamentavelmente este é o mapa que mostra as localidades nos bairros e municípios do Estado do Rio de Janeiro que apresentam os maiores riscos vulnerabilidades e índices de violências nesta última semana. 
Este caos social não nasce de repente e nem é fruto do acaso. Esta é a resposta ao Estado e a sociedade por anos e mais anos de negligência e omissão a população pobre, negra e carene que, desde o período abolicionista, só precisava e ainda precisa de reconhecimento de direitos como pessoas humanas e cidadãos para que hoje, esta situação, não chegasse à proporções tão gigantescas  e alarmantes como estamos hoje.

Não estou fazendo aqui apologia em defesa de grupos sociais A ou B e sim falando de uma situação que atinge a todos nós e que merece uma séria reflexão sobre o nosso papel enquanto cidadãos e pressionar nossas autoridades para que tomem providências e que procurem poupar o máximo a vida humana, independente da origem ou inserção social que este esteja localizado.

 O que fazer? Não sei. O caminho para a defesa da nossa vida, neste momento, é evitarmos sairmos e ficarmos em casa com nossos familiares. Se sair for inevitável, tentem ir e voltar o mais cedo possível, pois graças a Deus os ataques tem sido ao coletivo e não individualmente. 

Apresentei o mapa acima para que, tomemos conhecimento das áreas de riscos e que quem precise ir a estas localidades, saia munido de algumas precauções, entre elas:

1) Saia com roupas confortáveis e que lhe possibilitem flexibilidade de correr se for necessário;

2) Evite salto-alto. Use tênis ou sapatilha para facilitar a mobilidade;

3) Evite sair com peças de valor. Use o básico: documentos, celular e dinheiro;

4) Tenha sempre em mãos telefones de amigos e parentes próximos caso venha a precisar;

5) Se possível for, vá com um dinheiro extra, caso precise pegar um táxi;

6) Evite andar com bolsas e mochilas cheias. Dê preferências a bolsas pequenas, preferencialmente bolsas carteiros.

7) Caso aconteça algo, POR FAVOR NÃO DISCUTAM.

 E que todos nós venhamos a congregar em orações e fé em Deus para que esta situação se finalize com um saldo positivo em ações e guarda das vidas humanas envolvidas.

Beijos, meninas!
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2 comentários:

  1. O pior é que as autoridades acham que não têm responsabilidade sobre esta situação. Tratam as pessoas que recorreram ao tráfico de droga como fonte de sobrevivência, por falta de outras opções de trabalho como se fossem E.T!
    De nada adianta essas armas, se não oferecerem melhores condições de vida a esses irmãos e alternativas de trabalho, fonte de renda, opções de lazer, desporto etc!
    Bjus Fê

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  2. Adelaide,

    Com certeza, amada. E isso faz parte de um desdobramento perverso da formação histórica e do pensamento social brasileiro que, dificilmente será desconstruída.

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